João Goulart Filho (PPL)

João Goulart Filho (PPL)

Distribuir a renda, superar a crise e desenvolver o Brasil

Sem coligação


 

O plano de governo registrado apresentada 20 metas distribuídas em 14 páginas. É apresentada a proposta de revogação da Emenda Constitucional 95 (Teto dos Gastos Públicos), além da revogação de todas as leis e emendas dos governos FHC, Lula, Dilma e Temer. Também afirma que irá gerar 20 milhões de empregos nos próximos 4 anos.

Na meta 8, o plano apresenta as seguintes propostas para a Ciência e Tecnologia:

Reconstruir o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, esvaziado após a desastrosa fusão com o Ministério das Comunicações.

Elevar o investimento em pesquisa de 1% para 3% do PIB nos próximos quatro anos, equiparando-o ao de países como a China, Japão, Coreia do Sul, Suécia, França, EUA e Alemanha.

Baseado no Plano de Ciência e Inovação Tecnológica da Academia Brasileira de Ciências, desenvolver a engenharia nacional e os setores de tecnologia de ponta vitais para a nossa independência: microeletrônica, informática, telecomunicações, materiais estratégicos, engenharia genética, biomédica, nuclear, aeroespacial e a indústria da defesa.

Reativar a Telebrás para universalizar a banda larga.

Tirar o Programa Espacial Brasileiro da penúria criada por sucessivos cortes orçamentários e pelo descaso com os projetos estratégicos para o país.

Abortar a venda da Embraer à Boeing, reestatizar a empresa.

Garantir a perenidade do setor nuclear brasileiro segundo as regras constitucionais e a participação do Brasil nos grandes experimentos internacionais.

Em curto prazo, vamos estabelecer e executar o plano de financiamento da conclusão da usina de Angra 3, do Reator Multipropósito Brasileiro e do Submarino Nuclear; promover o plano de independência do tesouro da INB, ampliando sua participação no mercado de combustíveis nucleares.

Em médio prazo, nosso compromisso é concluir a elaboração do Programa Nuclear Brasileiro, transformando-o em política de Estado.

Estimular a participação da iniciativa privada nas aplicações da tecnologia nuclear à agricultura, medicina e indústria.

Promover o desenvolvi- mento das tecnologias nucleares e correlatas, estabelecendo cooperação entre empresas, institutos de pesquisa e universidades brasileiras.

 

 

 

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