João Amoêdo (Novo)

João Amoêdo (Novo)

Mais oportunidades, menos privilégios

Sem coligação


 

O plano de governo possui 23 páginas e está divididos em 10 eixos:

1. ‘‘Oportunidades para que todos os brasileiros possam trabalhar, empreender e viver cada vez melhor

2. Educação de qualidade e conhecimento para que as crianças e os jovens possam construir seu futuro em um mundo em transformação

3. Respeito à vida e Segurança para todos os brasileiros em todo o território

4. Saúde Acessível com um novo modelo que trate a todos com dignidade

5. Proteção Social como um caminho para a cidadania plena e fim da pobreza

6. Qualidade e representatividade política com ética e transparência, sem privilégios e corrupção

7. Governo responsável, simples e digital, que funcione para o cidadão, para o trabalhador e para o empreendedor

8. Previdência justa e sustentável

9. Responsabilidade com as futuras gerações com foco na sustentabilidade e um agronegócio moderno indutor do desenvolvimento

10. O Brasil inserido no mundo sendo cada vez mais dinâmico, integrado e interconectado’’.

Para Ciência e Tecnologia, o plano de governo não apresentou nenhuma proposta, citando apenas:

“Novas formas de financiamento de cultura, do esporte e da ciência com fundos patrimoniais de doações.”

O plano também não menciona a Emenda Constitucional 95 (Teto dos Gastos Públicos), porém, na página 9, afirma: “Equilíbrio das contas públicas com corte de gastos, privilégios, privatizações, revisão de desonerações fiscais e definição das prioridades.”

A privatização é novamente citada na página seguinte: “Privatização de todas as estatais.”

O servidor público é citado uma única vez, quando o assunto é a Previdência Social:

“A previdência brasileira atualmente é injusta e insustentável. Injusta pois um servidor público aposentado do legislativo recebe, em média, R$ 28.547, no executivo, R$7.583, enquanto um aposentado do INSS recebe, em média, R$ 1.240. É insustentável porque já consome 56% do orçamento primário da União. Ou seja, o Governo gasta mais com a previdência do que com saúde, educação, segurança e tudo o mais somado. Se nada for feito, com o envelhecimento da população, em alguns anos, a previdência consumirá todo o orçamento público.”

Nota da redação: O plano de governo faz a crítica, generalizando os servidores públicos, sem mostrar que os servidores pagam 11% de seu salário para a Previdência, mesmo após a aposentadoria. A variação de gastos com a Previdência nos últimos anos é de 19% a 25% do orçamento, segundo o Sistema Integrado de Administração Financeira – SIAFI, do Ministério da Fazenda.

 

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